segunda-feira, 3 de setembro de 2012


Domingo fomos fazer um dos programas favoritos do papi: visitar exposição de carros antigos. Trata-se de um museu, localizado na região da estação central. É um pouco longe, mas vale a visita, pois o acervo é bem legal. Logo de cara nos deparamos com um belíssimo Rolls Royce. Sensacional.


O acervo conta com carros de vários países e épocas. Todos os carros estão em ótimo estado e, segundo o funcionário plantão, em perfeitas condições de funcionamento.


Acima, o belo, belíssimo Jaguar XK 120. Um dos carros mais bonitos e originais de todos os tempos. Podia chegar a 120 milhas por hora, daí o nome.


O XK 120 era seguido de outros 3 roadsters clássicos ingleses, o MG, o Triumph e o Austin-Healey, os dois últimos aparecem na foto com a Lê. Os pequenos, aliás, curtiram o passeio. O Ique se amarrou e a Lê, apesar de alguns protestos, também achou bacana.


Alguns dos carros em exibição são expostos em cenários que reproduzem paisagens antigas, criando uma mostra muito interessante.


O Cadillac 1959! O apogeu do exagero estilístico iniciado pelo genial Harley Earl! Neste ano as barbatanas do Caddy chegavam a impressionantes 107 cm de altura. Cromados em excesso e diversos adornos inspirados nos aviões a jato fazem deste Cadillac um ícone, símbolo da década de 1950. Ah... os bons tempos!


O Ique gostou muito do Mustang conversivel 1965 vermelho. Meu garoto! Também é um dos meus favoritos. O sensacional projeto de Lee Iaccoca lançou a febre dos pony-cars e marcou época. Lançado em 1964, o Mustang vendeu 1 milhão de unidades em apenas um ano. O 65 da fotos conserva a pureza das linhas originais e está equipado com o clássico V8 289. Carrão.


Mais um Cadillac! Aliás, essa marca é a mais presente no museu. Muito justo, já que tem uma história muito bacana e fez carrões memoráveis. As crianças se impressionaram com o tamanho dos carros, acharam muito bacana. Eu também acho.


Também curtiram detalhes como os estepes nos estribos e as pinturas bicolores. O Ique achou o Hudson da foto um barato. Pena que a marca acabou, pois fabricou grandes carros ao longo de sua história. O mais famosos deles, o Hornet, foi homenageado no filme "Carros".


Tinha até um BMW Isetta, primo irmão da nossa Romi-Isetta. Famoso exemplo dos micro-carros europeus do pós-guerra, ele acabou se espalhando pelo mundo combinando o desenho italiano com o motor alemão. A Lê adorou o carrinho, com sua porta única que abre para frente. Aliás foi justamente essa característica que custou ao simpático modelo o título de primeiro carro fabricado no Brasil.


Ique disse que o 500 original era seu favorito. E é um carrinho muito legal mesmo. Aliás, bem mais legal que a releitura atual, que ficou grande perto do original e perdeu o ar despojado e divertido. Aqui vemos a versão Abarth, que ganhou vários ralis pela Europa. Pequeno grande carro!


Falando em ganhar, poucos carros tem um currículo e uma história tão bacanas quanto o lendário GT40. Foi feito para derrotar as Ferraris em Le Mans. E o fez. Várias vezes. Um ícone das pistas e um dos carros mais maneros de todos os tempos.


Lê perto de outro Mustang, dessa vez um Boss 302. Por essa época o Mustang já tinha ganhado peso e abandonado a proposta leve e jovial. Em compensação ganhou motor e versões cada vez mais potentes. O bom e velho V8 302 equipou esta clássica versão. Mas o Mustangão chegou a sair de fábrica com o assustador 429!


Por fim, resolvemos tirar umas fotos como se estivéssemos em outros tempos. Mais uma brincadeira nesse dia de farra tão legal.



Obviamente, post do Ro;

domingo, 2 de setembro de 2012


Domingão! Dia bonito, sol brilhando e o calor dando o ar da graça depois de meses de frio. Lá fomos nós para o Bicentenário, para mais um dia de farra, curtindo o "Chile Lindo", primeira etapa das comemorações da data nacional.


Estava super animado, cheio mesmo. Hoje o dia estava repleto de atrações. Teve exibições de cavaleiros fazendo malabarismos, cavalos "bailarino" e apresentação de cueca. A dança típica, claro, os cavaleiros não estavam de roupa íntima!  


Os pequenos se puseram a assistir e gostaram da apresentação. Estava muito bacana mesmo.


Depois fomos para um taller de pintura. Os pequenos artistas foram pintar, desenhar e fazer tudo que lhes viesse à cabeça. Isso é que bom, deixar a imaginação voar. Eles adoram pintar e foi muito legal.


O Ique ficou curioso com o cavalo de mentira...


e acabou montando para tirar uma foto.


Mas depois foi pintar com a Lê. Fizeram várias obras de arte. E, claro, acabaram se pintando também. Faz parte.


Nossos artistas puderam juntar duas coisas que amam: Parque Bicentenário e pintura!


E o pai aproveita para dar um chamêgo nessas duas coisinhas lindas!


Aí foram no pula-pula. Ou saltarín, como eles chamam. Ficamos quase uma hora na fila, mas eles se divertiram. Adoram essa brincadeira. Puderam gastar muita energia.


A Lê, claro, ficou dando cambalhotas e fazendo piruetas. Eles adoram ficar pulando no saltarín.


Mas quem pensa que a energia se acabou no saltarín está muito enganado! Lá foram eles para os brinquedos do parque. Sobe, desce, trepa, escala. Muita farra!


Uma muito breve pausa para observar o novo laguinho. Mais uma melhoria no parque que ficou muito bacana.


Hora da bóia, que saco vazio não para de pé! Além das várias barraquinhas de guloseimas, tinha um restaurante. Tinha até o cordeiro magallanico assado em cruz, típico do sul do país.


E show de cueca! Uma companhia de dança fez várias apresentações de danças típicas. Tudo para festejar a data nacional.


Como os pequenos não se entusiasmaram com o cordeiro, fomos de churrasquinho mesmo. Não estava grande coisa, razoável apenas, mas tudo bem, valeu mesmo assim.


Barriga cheia, hora de voltar a brincar. Foram montadas várias barraquinhas de jogos e brincadeiras, como em festa junina. Os pequenos, como era de se esperar, quiseram ir em tudo. Jogaram argolas nas garrafas...


e brincaram de pescaria!


Depois foram cavalgar. Perderam o medo dos cavalos e lá foram eles. O Ique montou um pônei. Achou o máximo, adorou a experiência.


A Lê quis ir no cavalo mesmo. Estava toda prosa, a pequena amazona. Adoraram a farra com os cavalos.


Uma brincadeira nas arquibancadas. Mais sobe e desce. Haja fôlego!


O Ique quis ir no barco pirata. E sozinho. Claro que ele não perdeu tempo e fez logo uma amiga no barco. Piratas, ARRR!


Tinha até pau de sebo. Nossos pequenos, óbvio, quiseram tentar a sorte e subir.


Depois foram participar da corrida de sacos. Legal ressaltar que todas essas brincadeiras estavam organizadas por grupos de animadores e montores, que ajudavam as crianças e orientavam tudo. Foi um dia muito, muito bacana. Uma grande festa, muito bonita. Uma grande celebração do Chile e da "chilenidade", uma ótima maneira de ensinar os pequenos a valorizar e curtir o próprio país. Além de ser ótima opção de lazer. Por fim, vale dizer que absolutamente tudo era gratuito: oficinas de arte, desenho, cavalos, brinquedos eletrônicos e jogos. Muito legal! Parabéns Chile!

sábado, 1 de setembro de 2012


 Eis que chega setembro, mês das festas pátrias chilenas. E brasileiras também, óbvio. Interessante é que enquanto no Brasil o dia 7 é apenas mais um feriado, no Chile todo o mês de setembro é marcado por festas e comemorações. Hoje foi o primeiro dia, com o Festival "Chile Lindo", no nosso adorado Parque Bicentenário. Nada melhor para começar a farra do que uma foto com um dos heróis nacionais, Capitão-de-Fragata Arturo Pratt, herói da batalha de Iquique. Nenhuma relação com o nosso Ique!


 Como toda festa pátria, não poderiam faltar as bandeiras e símbolos nacionais. E a cueca embalava toda a festa. Todo o parque estava arrumado e decorado com as cores do Chile e foram montadas várias barraquinhas com atrações e diversões. E o melhor: quase tudo gratuito.


 Tinha até passeio de trenzinho, que circulava por todo o parque. Nós, claro, embarcamos no trenzinho tchu-tchu, como diz o Ique e fomos aproveitar o programa.


 Foram montadas barraquinhas com animais de fazenda para as crianças brincarem. Com muito cuidado, claro. O que eles mais curtiram foi o porquinho recém-nascido. Tinha apenas 4 dias de vida e era mesmo uma gracinha. Os pequenos adoraram.


 Depois fomos participar de um taller (oficina) de artesanato. O excelente grupo "Artesanías de Chile" montou várias mesas de trabalho. Tinha tecelagem, artesanato em cobre, penas e o nosso: palha.



 Com ajuda de uma equipe de monitoras, as crianças e os papais são postos a trabalhar. Admito que não foi muito fácil, mas no final ficou legal. Fizemos chaveiros. Um barato!


 Diversão para a família toda. Muito bacana poder estimular a criatividade e praticar manualidades de maneira divertida e interessante.


 O Ique terminou o dele rapidinho. O pai demorou um pouco mais... Mas no final todos saímos com nossos chaveiros.


 Depois um taller de construção de pipas. desta vez era só para os pequenos, os pais só observaram. Compenetrados, eles seguiram as instruções das monitoras e montaram as próprias pipas.


 Foi bem complicado, montar pipas é mais difícil do que parece.


 Depois é só empinar! OK, como não tinhamos muita habilidade para empinar, confesso que o nosso vôo não foi muito alto. Mas foi muito divertido.


 Passamos um tempão lá, mas não conseguimos ver tudo, afinal, era muita coisa. Programa para todo o fim de semana.


 Tinha taller de desenho, conta-contos, teatrinho...


 Uma farra, bela curtição. Acho que esse mês de setembro vai ser bem animado.