domingo, 9 de fevereiro de 2014


 Esse sábado fomos conhecer a famosa Zapallar, uma comuna da província de Petorca, localizada na Região de Valparaíso. Famosa porque é considerada a praia mais badalada do Chile. Está a cerca de 2h30 de Santiago. A sinalização é péssima, mas a região é bem bonita. Possui uma área de 288,0 km² e uma população de menos de 6 mil habitantes!


 A cidade é bem pequena e a praia menor ainda. A cidade é composta de um pequeno comércio e muitas casas de veraneio. Algumas realmente grandes, fazendo jus à fama da cidade. A praia é pequenina, cercada de rochedos e morros. Em uma das extremidades está o restaurante El Chiringuito, com uma bonita vista para a praia e as montanhas circundantes. Além disso, a varanda dá para um rochedo onde os pelicanos e gaivotas tomam sol e pescam. É bastante agradável.


 A comida, claro, é baseada em peixes e mariscos. Estava bem gostosa. Nada de espetacular, mas gostosa. Acompanhada de um bom vinhozinho branco, ou pisco sour, e com a bela vista ao fundo, é um ótimo programa.


 A foto aí de cima, com nossos pequeninos, mostra a vista do restaurante. Super bonita.


 Os pequenos curtiram o passeio que, como não poderia deixar de ser, terminou na praia.


 A Lê colocou o chapéu da mãe e, entrando no clima glamour do balneário, fez poses, caras e bocas na areia.


 Mas não ficaram só na areia. Encararam a água gelada do Pacífico e foram nadar. E olha que estava fria, fria, fria...


O passeio foi bem legal. Comemos bem, curtimos um solzinho, nadamos um pouco e aproveitamos o dia. A experiência em Zapallar foi ótima, valeu a viagem.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

 
 Depois de um longo interregno, o blog voltou para contar um pouco de nossos programas de verão em Santiago. Fevereiro no Chile é mês de férias, o país quase para. Então, fizemos como os locais e fomos passear. Resolvemos conhecer a Fantasilândia, parque de diversões aqui em Santiago.
 
 
 O Parque é bem grande e bastante divertido. São varias as atrações, que estão divididas em zonas etárias. Para os mais pequenos, jogos familiares e jogos mais radicais. Nossos intrépidos pequenos não focaram restritos aos kids zone... mas isso veremos mais adiante.
 
 
 O brinquedo aí de baixo era a Mouse Mountain. À primeira vista parecia uma montanha-russa para pequenos, tranquilinha... Nada! Era cheia de curvas, giros e quedas. Foi divertido! Olha a cara do pequeno! Teve emoção! 
 
 
 Na parte de crianças tinha esse pequeno elevador que subia e descia. Bem mais tranquilo, mas a criançada adorou.
 
 
A Lê adorou esse balanço. Quis ir duas vezes. O negócio girava, girava e girava. Ia bem alto.
 
 
Beeeemmm alto...
 
 
O Ique adorou ese barquinho, que em determinado momento subia e descia na agua.
 
 
Era bem bonitinho e tranquilo...
 
 
Mas tinha também a versão mais emocionante.
 
 
 Uma longa descida, com uma queda bem forte. E muita, muita agua...
 
 
Terminamos todos assim: ensopados!
 
 
O Ique quis ir na Air Race. Um brinquedinho com aviões...
 
 
Só que o negócio virava para um lado, para o outro e até de cabeça para baixo! Não era mole não. Mas ele gostou!
 
 
A Lê quis ir na montanha-russa. Pai foi com ela, mas na primeira subida, antes mesmo de partir, já estaba tremendo de medo. Tremeu de medo até o fim. Saiu trôpego e arfando. Ela se amarrou, quería ir novamente.
 
 
 Entre os brinquedos mais tranquilos, mas divertido está o Rapid River, em que passeamos de bote até terminar com uma descida de tobogã. Foi bem legal!
 
 
E para completar o dia, ainda escuto uma pequeña pérola da nossa pequena. Enquanto esperávamos na fila, vimos a árvore abaixo. Uma árvore comum, em que as pessoas colaram moedas com chiclete.
 
 
 "Olha aí, pai, e você vive dizendo que dinheiro não nasce em árvore...", disse-me a pequena com a cara mais plácida do mundo. É mole ou querem mais?


sexta-feira, 9 de agosto de 2013


E, atendendo aos pedidos do meu querido pai, inverterei a ordem das postagens. Colocarei primeiro o nosso incrível almoço na Belasco Baquedano, que fica localizada na região Lujan de Cujo. Posteriormente eu falarei dessa maravilhosa vinícola e sua espetacular "Sala de Aromas".
 

Nós optamos pelo Menu-degustação de 5 tempos. E "empezamos" os trabalhos com "una rica" entrada de camarões, brotos de alfafa, salsa golf e ovos de codorna.
 

Depois, nos serviram uma deliciosa combinação de linguiça e maionese de alho-poró, sobre batatas laminadas, com chutney de pimentas. De comer rezando!
 

Acabei não postando a foto, mas o terceiro prato foi composto de uma sopa de zapallo, com presunto cru e ciboullete. Delicia!
 

O prato principal foi uma Ternera suculenta e apetitosa, com um estofado de vegetais divino. A pergunta que sempre faço é: Porque será que em casa eu não consigo fazer verduras tão gostosas como nos bons restaurantes? #raquelprecisaestudarmaisgastronomia"
 

E de postre, uma massa hojaldre, recheada com plátano, salsa de frambuesa e caramelo de vinho. Olha, eu não sou entusiasta de banana, mas estava deliciosa, juro!
 

E vinhos, muitos vinhos. Com a primeira entrada eles serviram um rosé Malbec, e todos os demais foram Malbec (reserva, grand reserva e premuim) da Vinícola. Tudo delicioso! Mas o vinho de sobremesa, ou Late Harvest, foi o nosso preferido. (antes que digam que é vinho de mulher, foi também o preferido do Ro). Ficou com vontade? Então venha nos visitar, trouxemos na mala algunas dessas delicias! Ou vá a Mendoza, e me leve na mala!
 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013


 Mendoza não é só vinho. A região também é importante produtora de azeite de oliva e, assim como as vinícolas, muitas azeiteras estão abertas para visitação.


 Fomos conhecer a Pasrai, pequenha produtora no centro de Maipu, um dos departamentos que compõe a grande Mendoza. Não é grande e as azeitonas são compradas de produtores locais, assim que não pudemos ver os olivais.


 Mas aprendemos muito sobre a produção do azeite e como se elabora o famoso extra-virgen. Muitos já sabem, mas vale lembrar: o extra-virgen é resultado da primeira prensagem à frio, sem adição de conservantes ou químicos. O que eu não sabia é que o azeite é sempre feito com as azeitonas negras! Eu sempre achei que fosse com as verdes... Pois é, #blogdaraq" também é cultura.


 Os pequenos portaram-se bem e gostaram do passeio. Claro que de vez em quando davam aquela descansadinha, mas acharam bacana ver a fábrica.


 OK, como já dissemos, não é uma fábrica enorme, pelo contrario, mas dá para ter uma boa noção de como se produz o azeite. Aí em cima estão as famosas prensas, onde as azeitonas são prensadas e o azeite extraído.


Assim como na maioria das vinícolas, a visita termina com uma degustação de azeites. Provamos o extra-virgen em diversas variedades e variações com temperos distintos, como alho, alecrim e manjericão. Foi muito bacana. Mais bacana ainda porque a visita e a degustação são grátis. Sim, grátis! Apenas pagamos pelos azeites que levamos e trouxemos para degustar em Santiago, quando der aquela saudade das terras mendocinas.


quarta-feira, 7 de agosto de 2013


Já comentei por aquí que eu fiquei apaixonada por Mendoza, não? Pois é, eu adorei mesmo! E ainda na série sobre o Glebínias, posto algunas fotos das crianças aproveitando o parquinho do hotel.


Um encanto e um descanso para os país. Eles também possuem uma piscina muito convidativa, mas uma vez que elegimos agosto como época da nossa viagem, ficamos só na vontade mesmo.


Mas não importa, o parquinho atendeu perfeitamente as necessidades das crianças. E, apesar de estarmos no inverno, a temperatura ajudou muito. Dias frios, porém agradáveis e com um solzinho de dia e noites, estas sim, geladas. E como Mendoza é a terra dos Malbec argentinos, nada melhor que um clima assim para desfrutá-los.


Programão para crianças e adultos! Recomendadíssimo!


terça-feira, 6 de agosto de 2013

 
 Começaremos nossa série de posts sobre a viagem à Mendoza pelo hotel em que nos hospedamos, a Casa Glebinias.
 
 
 Trata-se de um hotel boutique, localizado na região de Chacras de Coria, no Departamento de Lujan de Cuyo, a cerca de 15 minutos do centro do Mendoza. Como se pode ver pelas fotos, o lugar é lindo, com muito verde e muito charme! São chalés de estilo rústico, mas são super confortáveis e equipados. 
 
 
 A parte comum fica em uma ampla casa no centro do terreno. Tudo de muito bom gosto e bastante acolhedor. Aliás, cabe destacar a simpatia e amabilidade dos donos do hotel. Don Alberto, o proprietário, e sua esposa recebem pessoalmente os hóspedes e tratam da acomodação de todos. Extremamente gentis, nos fazem sentir em casa.
 
 
 O café da manhá é espetacular. Tudo com jeitinho caseiro e delicioso. Suco natural, pãezinhos, geléias (feitas pela dona com frutas do jardim), salada de frutas, sanduíches de miga e, claro, alfajores, media-lunas e docinhos argentinos. Muito bom!
 
 
 Falando sobre nossa acomodação, ficamos muito satisfeitos com nosso chalé. Eram dois andares, cada um comum a suíte. Ademais tinhamos uma bela sala com TV e uma pequena cozinha, com microondas e alguns outros utensilios. O hotel não tem restaurante, mas conta com uma serviço de bar, com picadas e empanadas. A de carne picada, tradicional daquele lado da cordilheira, estava ótima. 
 
 
Ficamos muito contentes com nossa escolha. E recomendamos muito para famílias que vão com crianças para a terra dos vinos argentinos. Ficamos muito bem instalados, com conforto e ótimo atendimento. O hotel fica bem perto do centro de Chacras de Coria, é possível ir caminando, e também a curta distancia de Mendoza. Ademais, fica super bem localizado em relação a várias vinícolas da região. Mas as vinícolas ficam para outro post...