sexta-feira, 15 de março de 2013


  E finalmente postarei as fotos dos nossos queridos Marcelo, Dani e Dudu, na visita deles ao Chile. Como bem podemos perceber na foto acima, o Marcelo estava meio assustado com os efusivos abraços e apertos dos primos!


Na piscina, afinal o calor de Santiago em fevereiro é forte.


O pequeno, (??)  desfilando toda sua ginga e malandragem, pelas praias de Viña. Carioca é assim mesmo, já nasce rato de praia.


                                                     Saudades de vocês!


domingo, 10 de março de 2013


E hoje postarei uma série de fotos do primeiro dia de aulas dos meus pequenos.


E como cresceram. Letícia já está no CP e o Ique na Moyenne Section!


E olha a roupinha da Le! Por primera vez con uniforme escolar. No Brasil não encontramos mais este tipo: saia plissada ( abaixo do joelho, claro), blusa pôlo e sapatilha preta. Só o tamanho da meia branca que pode variar.


Este ano houve uma troca e esta é a nova sede do colégio, que fica em Chamisero. É lá que meus filhotes estudarão.


Eu ainda sinto saudades do colégio de Vitacura, ao lado da nossa casa. Mas tudo bem, escola nova é muito legal e o Franco caprichou nessa.


A Le fará xadrez, além de circo e música. Está toda animada!


O Ique ficou triste por não ter ainda uniforme. O maternelle não exige nenhuma roupa especial para as crianças nesta etapa. Melhor filho, assim você poderá colocar suas roupas do Spiderman e do Toy Story!


Desejo um ano maravilhoso para vocês, meus amores!

segunda-feira, 4 de março de 2013


Aproveitando o que ainda nos resta do verão chileno, rumamos para a pracinha Colômbia, que fica próxima a nossa casa.


E desta vez, caros leitores, fomos andar de bike.


Mesmo que o casco seja muito "caliente", acessórios de segurança são sempre fundamentais.


Depois de muito pedalarem, uma pausa para descanso? Nem pensar, uma pausa para aproveitar a tirolesa do parque.


Pausa mesmo só para os refrescantes e deliciosos picolés!


E que venha o outono, minha estação predileta aqui em Santiago!


domingo, 3 de março de 2013


E o Colchágua também tem um museu do automóvel! Nós, claro, não poderíamos perder e fomos conhecer. O museu fica na entrada da Vinha Santa Cruz, em um grande galpão.


O museu reune carros de várias épocas e países. Parte da coleção veio do Museu Colchágua, onde compunha a exposição sobre a modernidade. Os demais automóveis foram cedidos por outros colecionadores particulares.


Acima vemos um Pierce-Arrow da década de 1920. A marca era famosa por modelos luxosos e esportivos e fez muito sucesso.


 Um dos mais bonitos era o Thunderbird 1956. O T-Bird foi a resposta da Ford ao sucesso dos roadster ingleses, mas ao contrário do seu maior rival, o Corvette, o pássaro do trovão apostou desde o início em um motor V-8.


Outro grande êxito da Ford foi o Mustang. O da foto é um 1966, a primeira geração que vendeu mais de 1 milhão de veículos e deu início à febre dos pony-cars.


Até um Delorean do "De Volta Para o Futuro" apareceu. O famoso carro nascido em 79 e produzido na Irlanda do Norte teve vida curta, mas ficou famoso pelo filme. Bacana.  


O Chevrolet 41 foi o último modelo produzido antes que a fábrica passassem a fazer parte do esforço de guerra norte-americano. O carro tornou-se um dos favoritos da oficialidade militar durante o conflito, pois era robusto e confortável. Nosso Iquinho se amarrou e curtiu o possante.


Com o fim da guerra as fábricas voltaram a produzir automóveis, ainda que os projetos fossem antigos. Um exemplo é o Packard 1947, que, com seus mais de 6 metros de comprimento, reflete a opulência americana do pós-guerra.


Mas o luxo americano foi mudando, mudando... e acabou com carros como o Continental 78 acima. Perfeita tradução da decedência do final da década de 70. Teto Las Vegas, opera-windows, guelras laterais, grandes bancos aveludados e instrumentos Cartier no painel. Um luxo! Ou não...


Do outro lado do Atlântico veio o belíssimo Jaguar E-type. Quando o assunto é beleza, o E-type é sempre destaque. E os motores de 6 e 12 cilíndros não decepcionavam.


Também da Inglaterra veio o Austin-Healey vermelho. Qualidade não era o forte dos modelos ingleses, mas eram muito bonitos. Também estavam presentes um Austin e um Mini. A França contribuiu com Peugeots e Citroëns. O Museu não é grande e os modelos não estão todos em ótimo estado de preservação. Ainda assim, para os antigomobilistas vale a visita.


Esta última foto me deixou bem contente e orgulhoso. Quando fui olhar as fotos que minha pequena tinha tirado, fiquei surpreso ao ver que ela havia fotografado vários símbolos e emblemas dos automóveis. Como eu, que adoro essas fotos. Assim, publico a tirada pela minha pequerrucha, que aqui fotografou a frente do belo Bel-Air 1956. Muito legal!

                                           Post do Ro

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013


Em nosso passeio no Colchágua, não poderíamos deixar de visitar uma vinícola. E a escolhida foi a Santa Cruz, por ser kids friendly. Foi uma escolha acertada, pois o local é muito bonito e o passeio bem interessante.



A Santa Cruz é uma vinícola nova, com menos de 10 anos de funcionamento e está focada no mercado de produção de vinhos mais sofisticados.


O tour completo conta a história da vinícola e relata o processo de produção do vinho, desde a plantação das uvas até a elaboração do produto final.


Depois somos levados em um teleférico para a parte alta do terreno, onde tem exposição temática sobre os produtos da vinha. São três linhas de vinho, que homenageiam povos originários Chile: aimáras, mapuches e rapa-nui.


Os pequeninos, claro, curtiram muito o passeio de teleférico. Mas não foram apenas eles, pois nós adoramos o visual da vinha.


Do alto, é possível ver todo o grande terreno e apreciar a vista. Muito bacana e muito bonito!


Na parte dedicada aos aimáras, não poderia faltar uma reprodução da Porta do Sol, cuja original está em Tiwanaku. Nossa pequena, que tirou foto na original (mesmo proibida) não quis perder a chance de fotografar aqui também.


Até uma simpática alpaca deu por lá o ar da graça. Mansinha, ela se deixava acariciar e nem cuspiu em ninguém...


Programão bacana para toda a família! Lindo visual.


A vinha fica bem no centro do vale, onde o clima é muito agradável. As vinhas ocupam apenas parte do terreno da vinha, que ainda conserva partes da vegetação original.


A casa-sede da vinícola é linda. Tem o mesmo estilo senhorial de todas as casonas da região e é decorada com muito bom gosto.


Como se pode constatar no mapa, a Santa Cruz conta até com um pequeno observatório, que não pudemos visitar, mas temos razões para crer que seja bem bacana.


Pudemos conhecer, também, os tanques de fermentação, onde o vinho começa a ser produzido.


E, claro, ao final fomos até à cave, onde pudemos degustar 3 dos vinhos produzidos na Santa Cruz. Um saboroso final para um ótimo programa.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013


 Na pequena cidade de Santa Cruz está localizado o Museu Colchágua. Trata-se de coleção privada, que conta a história da humanidade e do Chile. Já havíamos lido sobre o museu, mas não esperávamos que fosse tão bacana. É sensacional e dos melhores museus que já vimos.


 Na bela casa e em seu amplo terreno estão expostas as peças que fazem deste museu atração imperdível para os visitantes do Vale do Colchágua. Na primeira parte estão os primórdios da vida na terra, com exibição de fósseis dos mais diversos tipos.


 São insetos, pequenos mamíferos, répteis, animais marinhos e todo tipo de fósseis que se possa imaginar. Tinha até um cocô de dinossauro fossilizado, como podem ver na foto abaixo.


 Ademais, são expostos esqueletos e reconstruções, mostrando como eram os antigos mamíferos que habitaram a região no passado.


 O museu tem uma enorme coleção de arte pré-colombiana, dos mais diversos povos ameríndios. São obras incríveis, que relatam a história e a cultura dessas civilizações.


 São peças maravilhosas trabalhadas em cerâmica, madeira ou metal, lindamente preservadas e organizadas, de maneira a oferecer ao visitante um belo panorama das ricas culturas originárias.


 Em seguida, passa-se à parte dedicada ao Chile. São textos, moedas, instrumentos e utensílios que contam a história do país com riqueza de detalhes. Entre as preciosidades do acervo está a cópia da declaração que criou o primeiro cabildo independente da região que viria a formar o Chile. Também estão presentes artefatos da Guerra do Pacífico, além de reproduções em miniatura das grandes batalhas.


 Outra parte fascinante é a da tecnologia. Neste setor estão expostas máquinas antigas, mostrando a evolução da técnica humana nos diversos ramos do conhecimento. Na foto abaixo vemos uma coleção de antigas prensas, mas também havia gramofones, máquinas de escrever, cinematógrafos câmeras fotográficas, entre outros.


 A parte dedicada à presença da Igreja na América tem peças lindíssimas, como o altar abaixo reproduzido. Ademais, o acervo possui vestes eclesiásticas antigas, jóias e até um crucifixo feito com cristal e pedaços da verdadeira cruz.


 Há uma grande seção dedicada aos transportes. Estão em exibição várias carruagens, tróleis, charretes e outros meios de transporte com tração animal. Um dos mais impressionantes era uma grande carruagem fúnebre, impactante pelas enormes dimensões.


 Na parte externa estão expostos várias locomotivas. São diversos tipos e modelos, algumas bem impressionantes.


 Eles possuem, ainda, sala dedicada à guerra. Entre as peças em exibição estão várias da Segunda Guerra Mundial. Abaixo podemos ver armas, condecorações e insígnias da USSR.


 Por fim, há uma sala dedicada a contar a passagem do HMS Beagle pelo Chile e das descobertas feitas por Darwin quando de sua visita. Um grande barato!


 O museu mostra que o Colchágua tem mais a oferecer que apenas boa comida e boa bebida. Tem também cultura. E da melhor qualidade. Passando pela região, o museu Colchágua é parada obrigatória, pois é sensacional. Imperdível!